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segunda-feira, 31 de março de 2008
PROJETO BRASIL. Por Luis Nassif.
quinta-feira, 27 de março de 2008
DENGUE: UMA REFLEXÃO.
É preciso rememorar o passado para entender o presente. Quanto a atual epidemia de dengue no Rio de Janeiro, vale lembrar que, na realidade, ela foi sendo formada e se robustecendo ao longo dos anos. É claro que o desleixo e o descaso mantidos durante os oito anos de governo César Maia na prefeitura, contribuiram para a presente situação. No entanto, é preciso relembrar a atuação do atual governador de São Paulo, e, então, ministro da saúde, José Serra, que em 1999, durante uma crise de dengue no Rio de Janeiro, demitiu os agentes de saúde (os famosos mata-mosquitos). Pouco se importou o Sr. José Serra com a situação do Rio.
Aliás, quando foi que esse cidadão se importou com o Rio de Janeiro? Não se pode esquecer que foi por iniciativa do Sr. José Serra, que o Congresso Nacional aprovou a inversão de cobrança do ICMS sobre petróleo. Ou seja, enquanto todos os produtos são taxados na origem, gerando recursos aos estados produtores, no caso do petróleo a taxação é feita no destino. Com isso, o Estado do Rio de Janeiro, maior produtor de petróleo do Brasil, fica “chupando o dedo”, enquanto São Paulo, o maior consumidor, deleita-se com os recursos que deveriam ser do povo Fluminense. O Sr. José Serra não só tomou a iniciativa da inversão, como lutou de forma ferrenha por ela. Claro que houve um imenso despreparo e relaxamento por parte dos parlamentares fluminenses, que deixaram passar tamanho absurdo, sem qualquer resistência. Contudo, esse fato demonstra o quanto o Sr. José Serra despreza o Rio de Janeiro e seu povo.
Voltando à dengue. O então ministro da saúde, endeusado pela mídia, demitiu os mata-mosquitos do Rio (só do Rio? Por que?), e desde então os surtos só vêm se agravando, crescendo, atingindo, neste início de ano, proporções calamitosas, de uma epidemia que parece estar sem controle.
A prefeitura do Rio nega definitivamente haver epidemia. Contudo, o secretário municipal de saúde, Jacob Kligerman afirmou à imprensa:
"Cerca de 53% das pessoas internadas são crianças. Sem o esforço de todo mundo, não há cidade no mundo que consiga dar conta de uma epidemia desta natureza. Não adianta jogar a culpa nas autoridades. Faço um apelo à toda a população para que ajude os entes públicos a conter essa situação". (Fonte: G1)
Pressionado pelos repórteres, Kligerman gaguejou e tentou se retratar, dizendo que o “surto” deve ser tratado como se fosse uma epidemia. Aí ficam algumas possibilidades: ou mentem, afirmando não ser epidemia o que de fato é, ou são totalmente incompetentes, ou, o pior de tudo, sabiam que a situação chegaria a isso e deixaram.
A caixa de maldades de alguns políticos contra o povo fluminense, e carioca em especial, parece estar sempre aberta. Até quando vamos assistir e sofrer sem qualquer reação. Até o governador Sérgio Cabral resolveu tirar uma casquinha e apareceu na mídia “aplicando” frascos de soro aos pacientes. Essa figura, com certeza, sequer sabe a diferença entre uma solução salina de outra glicosada. Mas, para aparecer na TV, posando de bom moço, vale tudo.
Portanto, olho vivo e muita atenção. É ano de eleição e eles estão todos superexcitados. Todos têm seu candidato e fazem de tudo para aparecer, mesmo que seja as custas do sofrimento popular.
CHEGA! CHEGA! CHEGA!
Berra Marisco!!!
Aliás, quando foi que esse cidadão se importou com o Rio de Janeiro? Não se pode esquecer que foi por iniciativa do Sr. José Serra, que o Congresso Nacional aprovou a inversão de cobrança do ICMS sobre petróleo. Ou seja, enquanto todos os produtos são taxados na origem, gerando recursos aos estados produtores, no caso do petróleo a taxação é feita no destino. Com isso, o Estado do Rio de Janeiro, maior produtor de petróleo do Brasil, fica “chupando o dedo”, enquanto São Paulo, o maior consumidor, deleita-se com os recursos que deveriam ser do povo Fluminense. O Sr. José Serra não só tomou a iniciativa da inversão, como lutou de forma ferrenha por ela. Claro que houve um imenso despreparo e relaxamento por parte dos parlamentares fluminenses, que deixaram passar tamanho absurdo, sem qualquer resistência. Contudo, esse fato demonstra o quanto o Sr. José Serra despreza o Rio de Janeiro e seu povo.
Voltando à dengue. O então ministro da saúde, endeusado pela mídia, demitiu os mata-mosquitos do Rio (só do Rio? Por que?), e desde então os surtos só vêm se agravando, crescendo, atingindo, neste início de ano, proporções calamitosas, de uma epidemia que parece estar sem controle.
A prefeitura do Rio nega definitivamente haver epidemia. Contudo, o secretário municipal de saúde, Jacob Kligerman afirmou à imprensa:
"Cerca de 53% das pessoas internadas são crianças. Sem o esforço de todo mundo, não há cidade no mundo que consiga dar conta de uma epidemia desta natureza. Não adianta jogar a culpa nas autoridades. Faço um apelo à toda a população para que ajude os entes públicos a conter essa situação". (Fonte: G1)
Pressionado pelos repórteres, Kligerman gaguejou e tentou se retratar, dizendo que o “surto” deve ser tratado como se fosse uma epidemia. Aí ficam algumas possibilidades: ou mentem, afirmando não ser epidemia o que de fato é, ou são totalmente incompetentes, ou, o pior de tudo, sabiam que a situação chegaria a isso e deixaram.
A caixa de maldades de alguns políticos contra o povo fluminense, e carioca em especial, parece estar sempre aberta. Até quando vamos assistir e sofrer sem qualquer reação. Até o governador Sérgio Cabral resolveu tirar uma casquinha e apareceu na mídia “aplicando” frascos de soro aos pacientes. Essa figura, com certeza, sequer sabe a diferença entre uma solução salina de outra glicosada. Mas, para aparecer na TV, posando de bom moço, vale tudo.
Portanto, olho vivo e muita atenção. É ano de eleição e eles estão todos superexcitados. Todos têm seu candidato e fazem de tudo para aparecer, mesmo que seja as custas do sofrimento popular.
CHEGA! CHEGA! CHEGA!
Berra Marisco!!!
MOSQUITO DA DENGUE NÃO TEM AUTONOMIA DE VOÔ.
Os números da dengue no Rio de Janeiro são alarmantes. Já são quase 45.000 casos confirmados no Estado, sendo que somente na Capital os casos se aproximam de 30.000. Infelizmente são 54 mortes confirmadas no Estado. Destas, 31 na Capital.
O mais preocupante é que a imprensa divulga que os casos estão subnotificados e que a Secretaria Estadual de Saúde pesquisa mais 60 mortes suspeitas por dengue. Destas 60 mortes, 50 teriam ocorrido na cidade do Rio de Janeiro. Caso sejam confirmadas, até o momento, seriam 114 mortes por dengue, com 81 casos somente na capital fluminense.
Fato surpreendente é que Niteroi apresentou menos de 1.000 casos confirmados, sem qualquer morte ou mesmo algum caso com complicação maior. Parece que o mosquito não atravessa a ponte e nem viaja de barca. Voar sobre a Baía da Guanabara, nem pensar. Não tem autonomia de voô ou não deseja trocar de domicílio eleitoral.
O mais preocupante é que a imprensa divulga que os casos estão subnotificados e que a Secretaria Estadual de Saúde pesquisa mais 60 mortes suspeitas por dengue. Destas 60 mortes, 50 teriam ocorrido na cidade do Rio de Janeiro. Caso sejam confirmadas, até o momento, seriam 114 mortes por dengue, com 81 casos somente na capital fluminense.
Fato surpreendente é que Niteroi apresentou menos de 1.000 casos confirmados, sem qualquer morte ou mesmo algum caso com complicação maior. Parece que o mosquito não atravessa a ponte e nem viaja de barca. Voar sobre a Baía da Guanabara, nem pensar. Não tem autonomia de voô ou não deseja trocar de domicílio eleitoral.
quarta-feira, 26 de março de 2008
DENGUE CONTINUA MANDANDO NOTÍCIAS.
SECRETÁRIOS DE SAÚDE SE REUNEM E ESTADO MONTA BARRACAS PARA ATENDER PACIENTES DE DENGUE
(Postagem baseada em reportagens e textos do Portal de Notícias G1)
Na primeira reunião do gabinete de crise da dengue, com o secretário estadual de saúde, os secretários municipais de saúde de Niterói e de São Gonçalo, na Região Metropolitana, representantes do Corpo de Bombeiros e do Ministério da Defesa, realizada na tarde desta segunda-feira (24), discutiram as experiências bem sucedidas no combate à doença. Eles admitiram que a situação é grave, mas o secretário municipal de Saúde do Rio, Jacob Kligerman, negou que haja uma epidemia da doença na cidade.
Embora a prefeitura negue a existência de uma epidemia de dengue, a superintendente de atenção especializada da Secretaria municipal de Saúde, Carla Porto Brasil, informou que são realizados diariamente na cidade cerca de cinco mil atendimentos para suspeitas de dengue. Nos hospitais da cidade, 250 pessoas estão internadas com a forma mais grave da doença, sendo que 83 são adultos.
FORÇAS ARMADAS
Ao deixar a reunião, o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, disse que vai se reunir na próxima quinta-feira com representantes do Ministério da Defesa para debater a atuação das Forças Armadas no combate à dengue. Ele disse que outras duas tendas de hidratação serão montadas no Hospital Getúlio Vargas (Penha) e no Hospital Infantil de Caxias, para referência para as crianças da Baixada Fluminense.
"Sempre lembrando que as tendas são para referência, ou seja, os pacientes serão encaminhados para a hidratação depois de atendidos na rede hospitalar ou nos postos de saúde. As tendas não são para atendimento direto", ressaltou o Côrtes.
GOVERNO FEDERAL
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em reunião no fim da manhã desta segunda-feira (24), no prédio do Ministério da Saúde, no Centro do Rio, ressaltou que a situação no Rio é grave e que precisa ser tratada de forma integrada. O ministro se disse angustiado com o índice de letalidade da doença na cidade, que está em torno de 5% dos pacientes infectados com febre hemorrágica, quando o índice considerado normal pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 1%.
(Fonte: G1)
(Postagem baseada em reportagens e textos do Portal de Notícias G1)
Na primeira reunião do gabinete de crise da dengue, com o secretário estadual de saúde, os secretários municipais de saúde de Niterói e de São Gonçalo, na Região Metropolitana, representantes do Corpo de Bombeiros e do Ministério da Defesa, realizada na tarde desta segunda-feira (24), discutiram as experiências bem sucedidas no combate à doença. Eles admitiram que a situação é grave, mas o secretário municipal de Saúde do Rio, Jacob Kligerman, negou que haja uma epidemia da doença na cidade.
Embora a prefeitura negue a existência de uma epidemia de dengue, a superintendente de atenção especializada da Secretaria municipal de Saúde, Carla Porto Brasil, informou que são realizados diariamente na cidade cerca de cinco mil atendimentos para suspeitas de dengue. Nos hospitais da cidade, 250 pessoas estão internadas com a forma mais grave da doença, sendo que 83 são adultos.
FORÇAS ARMADAS
Ao deixar a reunião, o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, disse que vai se reunir na próxima quinta-feira com representantes do Ministério da Defesa para debater a atuação das Forças Armadas no combate à dengue. Ele disse que outras duas tendas de hidratação serão montadas no Hospital Getúlio Vargas (Penha) e no Hospital Infantil de Caxias, para referência para as crianças da Baixada Fluminense.
"Sempre lembrando que as tendas são para referência, ou seja, os pacientes serão encaminhados para a hidratação depois de atendidos na rede hospitalar ou nos postos de saúde. As tendas não são para atendimento direto", ressaltou o Côrtes.
GOVERNO FEDERAL
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em reunião no fim da manhã desta segunda-feira (24), no prédio do Ministério da Saúde, no Centro do Rio, ressaltou que a situação no Rio é grave e que precisa ser tratada de forma integrada. O ministro se disse angustiado com o índice de letalidade da doença na cidade, que está em torno de 5% dos pacientes infectados com febre hemorrágica, quando o índice considerado normal pela Organização Mundial de Saúde (OMS) é de 1%.
(Fonte: G1)
quinta-feira, 20 de março de 2008
"CONVERSA AFIADA" CASSADO PELO IG.
O blog Conversa Afiada, do jornalista Paulo Henrique Amorim, foi retirado do ar pelo Portal IG, sem que qualquer explicação razoável fosse apresentada. Aliás, pouca razoabilidade pode haver na decisão de excluir unilateralmente um blog. Foi uma decisão espúria e inconsequente frente à democracia. Cassar qualquer blog que seja, sem fundamentos sólidos, é puro ataque à livre expressão. Como diversos jornalistas, blogueiros e internautas alertaram, esse é um precedente extremamente perigoso. É a primeira notícia que se tem, no Brasil, de cassação de um blog.
O Fala Marisco, que normalmente abre com um canto à poesia do Rio de Janeiro, prefere, por ora, levar essa poesia para o rodapé e demonstrar a injúria e a agressão que a livre expressão de pensamento e opinião está submetida por essa decisão arbitrária.
Todo repúdio à atitude do IG. Por isso e para isso: GRITA MARISCO!
O Fala Marisco, que normalmente abre com um canto à poesia do Rio de Janeiro, prefere, por ora, levar essa poesia para o rodapé e demonstrar a injúria e a agressão que a livre expressão de pensamento e opinião está submetida por essa decisão arbitrária.
Todo repúdio à atitude do IG. Por isso e para isso: GRITA MARISCO!
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