Por: Gilberto Costa
Repórter da Rádio Nacional da Amazônia
A iniciativa do governo de recadastrar organizações não-governamentais que atuam no país e de elaborar um decreto presidencial para regular atividades em áreas protegidas, terras indígenas e zonas de fronteira visa a assegurar a soberania nacional na Amazônia.
Conforme o ministro da Justiça Tarso Genro, preocupa especialmente a atuação de organizações estrangeiras na Amazônia Legal. Segundo o Ministério da Justiça, há 167 ONGs estrangeiras atuando no Brasil e 27 na região.
Há mais de um ano, setores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), da Polícia Federal e das Forças Armadas vêm manifestando publicamente a preocupação com atividades de ONGs na região e com a soberania nacional.
Responsável pela portaria que prevê o recadastramento de ONGs, o secretário nacional de Justiça, Romeu Tuma Júnior explica que cuidar da soberania nacional não envolve apenas a defesa do território. “Quando se fala em soberania nacional, se fala de uma forma complexa. Não é só da questão territorial, mas também das riquezas naturais, da cultura dos nossos povos e da questão da natureza”, detalha.
Para o coronel reformado do Exército Brasileiro, Manoel Soriano Neto, o recadastramento é o “primeiro passo”, mas há riscos de organizações clandestinas “continuarem atuando”. Para o militar, ex-agente de informação e ex-chefe do Centro de Documentação do Exército, pode haver associação entre interesses econômicos e ONGs estrangeiras.
“Essas organizações não-governamentais são, às vezes, um disfarce dos interesses econômicos de nações hegemônicas. Então, elas são predadoras e espiãs. Elas procuram a biodiversidade da nossa Amazônia, os minérios raros, os minérios de última geração e pensam que a Amazônia deva ser internacionalizada em face disso.”
Ativistas de ONGs não acreditam em riscos à soberania e criticam os órgãos de inteligência. “Eles colocam isso como tese e colocam todas as entidades como suspeitas. Nós fizemos essa pergunta para o secretário [Romeu Tuma Júnior], se há algum caso concreto disso, e a resposta dele foi não. O Ministério da Justiça não tem nenhum caso concreto, só tem em tese”, aponta José Antônio Moroni, do Instituto de Estudos Socioeconômicos e da Diretoria Executiva da Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais (Abong).
O diretor do programa Amazônia da organização Conservação Internacional, Adrian Guarda, diz não entender a razão das acusações de envolvimento de ONGs com biopirataria na Amazônia, por exemplo. Segundo ele, o contrabando “não vai ser via uma instituição", mas pode decorrer de "barreiras facilmente permeáveis que há no controle de entrada de imigrantes no Brasil”.
Romeu Tuma Júnior assegura que “não há interesse em criminalizar a atuação das ONGs”, mas de “separar o joio do trigo”. “O que nos queremos é que aqueles que queiram investir no Brasil venham investir, mas que o Brasil saiba para onde vão, quem vai representá-los, qual o interesse, qual o objetivo e qual o plano de trabalho”, pondera.
Segundo ele, uma “série de condutas desviantes” das ONGs foram identificadas e “há vários casos concretos”, mas o direito de defesa e as investigações impedem divulgação.
(Fonte: Rádio Nacional da Amazônia)
quinta-feira, 10 de julho de 2008
AMAZÔNIA, MEIO AMBIENTE, INDÍGENAS, ...
Vamos manter aceso o debate sobre esses temas extremamentes atuais e que dizem respeito a cada um de nós. Mesmo quem vive distante da Amazônia, depende dela para sobreviver. Dentro ou fora do Brasil. Até do outro lado do mundo.
Por hora vamos abordar alguns outros temas, mas voltaremos ao debate, pois ainda temos muitos documentos produzidos ao longos de anos sobre uma parte do planeta cobiçada por muitos e, hoje, invadida por algumas organizações e personagens que não explicam suas reais intenções.
Por hora vamos abordar alguns outros temas, mas voltaremos ao debate, pois ainda temos muitos documentos produzidos ao longos de anos sobre uma parte do planeta cobiçada por muitos e, hoje, invadida por algumas organizações e personagens que não explicam suas reais intenções.
SENADO APROVA MP QUE AUMENTA ÁREA RURAL NA AMAZÔNIA
Alguns dias sem blogar e já é o suficiente para ficar "prá trás". Assuntos pipocam pela internet e blogueiro quer mais é participar. Dar e buscar opiniões. No caso do nosso blog a obrigação é BOTAR A BOCA NO MUNDO.
A Amazônia e a disputar aberta por terras indígenas não foi esquecida. Pelo contrário, mais uma vez nossos (nossos?! Argh) políticos deram uma rasteira na Amazônia, no meio ambiente, no país, em nós...
O Senado aprovou a Medida Provisória 422 que aumenta a área da Amazônia Legal que pode ser concedida pela União para uso rural sem a necessidade de licitação. O limite, hoje de 500 hectares, vai para 1.500 hectares, pois passará a ser contado como até 15 módulos fiscais - medida que varia para cada município. A proposta, que ainda depende de sanção presidencial, prevê que até 20% da área concedida poderá ser desmatada.
O fato que ainda necessitar de sanção presidencial não quer dizer nada, posto que proposta chegou ao Congresso via medida provisória, portanto, iniciativa do Executivo. Ou seja, já está aprovada.
A votação foi marcada pela oposição acirrada da ex-ministra do Meio Ambiente, a senadora Marina Silva (PT-AC). Quase dois meses depois de deixar a pasta, ela acabou levando a proposta para votação nominal ao apresentar uma emenda excluindo as áreas de florestas públicas da possibilidade de ampliação da concessão. O relator e líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), não aceitou a proposta de emenda e alegou que a medida somente regulariza uma situação já existente.
Marina chegou a acusar o governo de legalizar a grilagem de terras na Amazônia ao editar a medida provisória. “Essa medida vai significar um processo de privatização de terras, de legalização de áreas que foram ilegalmente griladas e com graves prejuízos para o Plano de Combate ao Desmatamento da Amazônia”, disse a senadora.
A discussão ganhou um tom de desabafo no momento em que Marina enfatizou não ter participado de decisões que levaram à edição da medida provisória. “Alguém poderia indagar se, no governo, eu participei desse processo (de desmatamento). Eu não participei desse processo. O Ministério do Meio Ambiente também não participou. Essa medida é contrária a tudo o que fizemos nesses cinco anos e que levou o desmatamento a cair 59%”, disse a ex-ministra.
Ao se contrapor a proposta, Marina enfatizou que nada garante que o governo não tomará no futuro outra medida para legalizar àqueles que ocuparem as áreas de florestas públicas. “Quem foi que disse que amanhã ou depois não se fará uma nova medida para os que ocuparam ilegalmente as terras públicas e as florestas públicas, as unidades de conservação, as terras indígenas, as unidades de proteção integral e assim por diante, não venham a ter novamente uma lei para regularizar os seus processos de grilagem?”, questionou a ministra.
Resumo da ópera: Marisco vive no mar, mas tem que botar a boca no mundo pela Amazônia.
A Amazônia e a disputar aberta por terras indígenas não foi esquecida. Pelo contrário, mais uma vez nossos (nossos?! Argh) políticos deram uma rasteira na Amazônia, no meio ambiente, no país, em nós...
O Senado aprovou a Medida Provisória 422 que aumenta a área da Amazônia Legal que pode ser concedida pela União para uso rural sem a necessidade de licitação. O limite, hoje de 500 hectares, vai para 1.500 hectares, pois passará a ser contado como até 15 módulos fiscais - medida que varia para cada município. A proposta, que ainda depende de sanção presidencial, prevê que até 20% da área concedida poderá ser desmatada.
O fato que ainda necessitar de sanção presidencial não quer dizer nada, posto que proposta chegou ao Congresso via medida provisória, portanto, iniciativa do Executivo. Ou seja, já está aprovada.
A votação foi marcada pela oposição acirrada da ex-ministra do Meio Ambiente, a senadora Marina Silva (PT-AC). Quase dois meses depois de deixar a pasta, ela acabou levando a proposta para votação nominal ao apresentar uma emenda excluindo as áreas de florestas públicas da possibilidade de ampliação da concessão. O relator e líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), não aceitou a proposta de emenda e alegou que a medida somente regulariza uma situação já existente.
Marina chegou a acusar o governo de legalizar a grilagem de terras na Amazônia ao editar a medida provisória. “Essa medida vai significar um processo de privatização de terras, de legalização de áreas que foram ilegalmente griladas e com graves prejuízos para o Plano de Combate ao Desmatamento da Amazônia”, disse a senadora.
A discussão ganhou um tom de desabafo no momento em que Marina enfatizou não ter participado de decisões que levaram à edição da medida provisória. “Alguém poderia indagar se, no governo, eu participei desse processo (de desmatamento). Eu não participei desse processo. O Ministério do Meio Ambiente também não participou. Essa medida é contrária a tudo o que fizemos nesses cinco anos e que levou o desmatamento a cair 59%”, disse a ex-ministra.
Ao se contrapor a proposta, Marina enfatizou que nada garante que o governo não tomará no futuro outra medida para legalizar àqueles que ocuparem as áreas de florestas públicas. “Quem foi que disse que amanhã ou depois não se fará uma nova medida para os que ocuparam ilegalmente as terras públicas e as florestas públicas, as unidades de conservação, as terras indígenas, as unidades de proteção integral e assim por diante, não venham a ter novamente uma lei para regularizar os seus processos de grilagem?”, questionou a ministra.
Resumo da ópera: Marisco vive no mar, mas tem que botar a boca no mundo pela Amazônia.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
CIMI DENUNCIA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA INDÍGENAS
No ano de 2007, nove indígenas foram vítimas de violência sexual no Brasil. Destes, quatro eram menores de 18 anos. Oito casos de estupro consumados e uma tentativa frustrada, mas repleta de violência e agressividade. Em três ocorrências, os acusados eram também indígenas. Os dados constam do relatório “A violência contra os povos indígenas no Brasil”, publicado pelo Conselho Indigenista Missionário (CIMI).
Ainda de acordo com o relatório, os números de 2006 foram ainda piores. O CIMI registrou doze ocorrências de violência sexual contra indígenas, como aliciamentos, estupros e tentativas violentas. O estado do Mato Grosso do Sul liderou em 2006 e em 2007 a triste estatística de violência contra indígenas.
Um dos casos mais graves registrado em 2007, ocorreu em setembro, na aldeia Bororó, Mato grosso do Sul. Um índio da etnia Kaiowá foi espancado e violentado por outros cinco jovens, sendo que quatro eram menores.
Em 2008, o caso que mais chamou a atenção dos pesquisadores do CIMI, ocorreu no município de Olinda do Norte, no Amazonas. Em março, uma adolescente da etnia Munduruku sofreu uma tentativa de estupro. O acusado pela agressão, segundo ficha do caso, é um vereador da cidade. A índia relatou que aceitou carona na motocicleta do agressor por tratar-se de vereador e pessoa muito conhecida na cidade. Quando percebeu a intenção do estupro, pulou da moto e torceu o pé. Imobilizada, foi agredida. Uma outra adolescente que tentou socorrê-la, também foi brutalmente espancada. As adolescentes denunciaram o caso na Delegacia Especializada em Crimes Contra a Criança e o Adolescente e na Fundação Nacional do Índio (FUNAI). Contudo, o CIMI apurou que, até o momento, nenhuma providência foi tomada.
O episódio mais recente de violência sexual contra indígenas, foi registrado em 25 de junho passado. Uma adolescente da etnia Xavante morreu durante cirurgia no Hospital Universitário de Brasília. A adolescente não resistiu à violência sofrida, sendo confirmado pelo boletim médico profundas perfurações no órgão genital e em diversos órgãos abdominais. A polícia já esclareceu o caso. A menina, que apresentava problemas neurológicos, foi atacada pela própria tia, dentro da Casa de Apoio à Saúde Indígena (CASAI), do Distrito Federal, que pertence à Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). O CIMI acompanha o desenrolar das investigações e o desfecho de mais um triste caso.
Ainda de acordo com o relatório, os números de 2006 foram ainda piores. O CIMI registrou doze ocorrências de violência sexual contra indígenas, como aliciamentos, estupros e tentativas violentas. O estado do Mato Grosso do Sul liderou em 2006 e em 2007 a triste estatística de violência contra indígenas.
Um dos casos mais graves registrado em 2007, ocorreu em setembro, na aldeia Bororó, Mato grosso do Sul. Um índio da etnia Kaiowá foi espancado e violentado por outros cinco jovens, sendo que quatro eram menores.
Em 2008, o caso que mais chamou a atenção dos pesquisadores do CIMI, ocorreu no município de Olinda do Norte, no Amazonas. Em março, uma adolescente da etnia Munduruku sofreu uma tentativa de estupro. O acusado pela agressão, segundo ficha do caso, é um vereador da cidade. A índia relatou que aceitou carona na motocicleta do agressor por tratar-se de vereador e pessoa muito conhecida na cidade. Quando percebeu a intenção do estupro, pulou da moto e torceu o pé. Imobilizada, foi agredida. Uma outra adolescente que tentou socorrê-la, também foi brutalmente espancada. As adolescentes denunciaram o caso na Delegacia Especializada em Crimes Contra a Criança e o Adolescente e na Fundação Nacional do Índio (FUNAI). Contudo, o CIMI apurou que, até o momento, nenhuma providência foi tomada.
O episódio mais recente de violência sexual contra indígenas, foi registrado em 25 de junho passado. Uma adolescente da etnia Xavante morreu durante cirurgia no Hospital Universitário de Brasília. A adolescente não resistiu à violência sofrida, sendo confirmado pelo boletim médico profundas perfurações no órgão genital e em diversos órgãos abdominais. A polícia já esclareceu o caso. A menina, que apresentava problemas neurológicos, foi atacada pela própria tia, dentro da Casa de Apoio à Saúde Indígena (CASAI), do Distrito Federal, que pertence à Fundação Nacional de Saúde (FUNASA). O CIMI acompanha o desenrolar das investigações e o desfecho de mais um triste caso.
terça-feira, 1 de julho de 2008
PILOTO DA VEZ
Há alguns dias, acompanhando um debate iniciado no blog I Said Goddamn!, publicamos opiniões sobre alcoolismo. Esta semana o Yahoo publicou notícias originárias do site www.webmotors.com sobre o assunto. Aproveitamos e reproduzimos essas notícias, por entendermos serem de grande valia para o debate e a formação de uma massa crítica.
(Final)

(Yahoo/noticias/Webmotors)
Piloto da Vez
Movimento desenvolve no Brasil conceito inédito de direção segura
Texto: Adriana Bernardino
Fotos: Divulgação
O número de acidentes de trânsito causados por motoristas alcoolizados parece não ter sido suficiente para gerar uma mudança eficaz de comportamento, principalmente entre os jovens.
Para reverter esse quadro, diversas marcas e órgãos de trânsito, liderados pela Johnnie Walker, iniciaram no Brasil o movimento Piloto da Vez.
Inédita no país, a iniciativa consiste em incentivar o grupo de amigos a escolher alguém da turma para não beber e, depois da balada, levar todos para casa com segurança.
No exterior, a prática de eleger um “designated driver” já é comum e costuma vir antes mesmo da escolha do bar ou da festa.
Segundo dados do Data Developmente Worldwide, um dos maiores institutos de pesquisa do mundo, 90% dos consumidores americanos acreditam que ações como a do Piloto da Vez são uma iniciativa eficaz para reduzir os riscos causados por álcool e direção. Dos entrevistados, 72% disseram já ter sido o Piloto da Vez ou ter pegado carona com um deles.
A idéia de promover no Brasil o conceito de responsabilidade de consumo surgiu da Diageo, empresa de bebidas alcoólicas responsável pela produção e venda do whisky Johnnie Walker, quando houve a possibilidade de patrocinar a equipe McLaren Mercedes de Fórmula 1. “Usaríamos a possibilidade de exposição da marca para divulgar em todo o planeta e, especialmente no Brasil, esse conceito único de responsabilidade de consumo. Antes de sair de casa, escolha um amigo que não vai beber para levar todos para casa com segurança. O conceito foi tão bem aceito que foi exportado para vários outros países”, diz Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo no Brasil.
Divulgação e refrigerante grátis
As marcas convidadas a participar do Movimento Piloto da Vez – Volkswagen, as revistas TRIP/ TPM, o portal UOL, órgãos de trânsito (CTTU e SET) e rádios como Transamérica (Recife e Salvador), 103 FM (Sorocaba) e 94 FM (Bauru) já colocaram em andamento uma série de iniciativas para tornar o movimento conhecido no país.
Entre elas estão a distribuição de matérias que explicam o conceito Piloto da Vez, adesivos com a frase “Aqui tem um Piloto da Vez” e faixas e banners em pontos estratégicos com os dizeres: “Assuma a liderança. Se beber, não dirija”
Os bares parceiros do movimento irão dar ao consumidor, até o mês de novembro, cinco refrigerantes grátis. Para tanto, basta acessar o site www.pilotodavez.com.br, imprimir um voucher e se declarar o Piloto da Vez da turma (confira, abaixo, os estabelecimentos parceiros).
No site do movimento é possível ler também artigo do médico psiquiatra Jairo Bouer (foto), que esclarece os motivos pelos quais vale a pena se tornar um Piloto da Vez. “O álcool é um potente alterador do sistema nervoso central. Os efeitos dele têm a ver com a quantidade e a velocidade do consumo de álcool. Num primeiro momento, a pessoa fica mais desinibida, alegre e expansiva, funcionando como um estimulante do sistema nervoso. Mas, rapidamente, com níveis de alcoolemia mais altos, começa-se a perceber uma lentidão de reflexos. Com um nível ainda mais alto, a pessoa começa a ter embaralhamento visual. Ou seja, após o estímulo inicial, o álcool começa a reprimir o sistema nervoso, o que torna uma pessoa incapaz de dirigir com segurança”, explica Bouer.
Outra parceria que ajudará o motorista a ser tornar um Piloto da Vez foi a firmada com o site MapLink. Os internautas de São Paulo e Campinas encontraram gratuitamente no site o melhor trajeto a ser feito na hora de deixar os amigos em casa.
Bares e estabelecimentos parceiros
Em São Paulo
Dona Flor: Rua Canário, 480 – Moema – Tel: 3044-2624
Kia Ora: Rua Dr. Eduardo de Souza Aranha, 377 – Vila Olímpia – Tel: 3846-8300
Na Mata: Rua da Mata, 70 – Itaim Bibi – Tel: 3079 0300
São Bento: Rua Mourato Coelho, 1060 – Vila Madalena – Tel: 3044-2624
Em Campinas
Seo Rosa - R. Dr. Emílio Ribas, 567 – Cambuí - Tel: 3255 1180
Espaço Coronel - R. Sampainho, 336 – Cambuí - Tel: 3252 3737
Andarilho - R. Sampainho, 197 – Cambuí - Tel: 32543721
Em Recife
Musique: R. Tenente João Cícero, 202 A – Boa Viagem – Tel: 81-2102 9191
Over Point: R. da Alfândega, 35 - 4º andar – Recife Antigo - Tel: 81- 3305 5777
Jardins: Av. Domingos Ferreira, 2045 – Boa Viagem - Tel: 81- 3326 8080
Em Salvador
Pra Começar: Av. Manoel Dias da Silva (Shopping Nina Boulevard) – Amaralina – Tel: (71) 3345-6450
Babagula: Av. Otávio Mangabeira, 7689 – Armação - Tel: (71) 3461-7777
Baggio: Av. Otávio Mangabeira, 54 – Armação - Tel: (71) 33452766
(Final)

(Yahoo/noticias/Webmotors)
Piloto da Vez
Movimento desenvolve no Brasil conceito inédito de direção segura
Texto: Adriana Bernardino
Fotos: Divulgação
O número de acidentes de trânsito causados por motoristas alcoolizados parece não ter sido suficiente para gerar uma mudança eficaz de comportamento, principalmente entre os jovens.
Para reverter esse quadro, diversas marcas e órgãos de trânsito, liderados pela Johnnie Walker, iniciaram no Brasil o movimento Piloto da Vez.
Inédita no país, a iniciativa consiste em incentivar o grupo de amigos a escolher alguém da turma para não beber e, depois da balada, levar todos para casa com segurança.
No exterior, a prática de eleger um “designated driver” já é comum e costuma vir antes mesmo da escolha do bar ou da festa.
Segundo dados do Data Developmente Worldwide, um dos maiores institutos de pesquisa do mundo, 90% dos consumidores americanos acreditam que ações como a do Piloto da Vez são uma iniciativa eficaz para reduzir os riscos causados por álcool e direção. Dos entrevistados, 72% disseram já ter sido o Piloto da Vez ou ter pegado carona com um deles.
A idéia de promover no Brasil o conceito de responsabilidade de consumo surgiu da Diageo, empresa de bebidas alcoólicas responsável pela produção e venda do whisky Johnnie Walker, quando houve a possibilidade de patrocinar a equipe McLaren Mercedes de Fórmula 1. “Usaríamos a possibilidade de exposição da marca para divulgar em todo o planeta e, especialmente no Brasil, esse conceito único de responsabilidade de consumo. Antes de sair de casa, escolha um amigo que não vai beber para levar todos para casa com segurança. O conceito foi tão bem aceito que foi exportado para vários outros países”, diz Eduardo Bendzius, diretor de marketing da Diageo no Brasil.
Divulgação e refrigerante grátis
As marcas convidadas a participar do Movimento Piloto da Vez – Volkswagen, as revistas TRIP/ TPM, o portal UOL, órgãos de trânsito (CTTU e SET) e rádios como Transamérica (Recife e Salvador), 103 FM (Sorocaba) e 94 FM (Bauru) já colocaram em andamento uma série de iniciativas para tornar o movimento conhecido no país.
Entre elas estão a distribuição de matérias que explicam o conceito Piloto da Vez, adesivos com a frase “Aqui tem um Piloto da Vez” e faixas e banners em pontos estratégicos com os dizeres: “Assuma a liderança. Se beber, não dirija”
Os bares parceiros do movimento irão dar ao consumidor, até o mês de novembro, cinco refrigerantes grátis. Para tanto, basta acessar o site www.pilotodavez.com.br, imprimir um voucher e se declarar o Piloto da Vez da turma (confira, abaixo, os estabelecimentos parceiros).
No site do movimento é possível ler também artigo do médico psiquiatra Jairo Bouer (foto), que esclarece os motivos pelos quais vale a pena se tornar um Piloto da Vez. “O álcool é um potente alterador do sistema nervoso central. Os efeitos dele têm a ver com a quantidade e a velocidade do consumo de álcool. Num primeiro momento, a pessoa fica mais desinibida, alegre e expansiva, funcionando como um estimulante do sistema nervoso. Mas, rapidamente, com níveis de alcoolemia mais altos, começa-se a perceber uma lentidão de reflexos. Com um nível ainda mais alto, a pessoa começa a ter embaralhamento visual. Ou seja, após o estímulo inicial, o álcool começa a reprimir o sistema nervoso, o que torna uma pessoa incapaz de dirigir com segurança”, explica Bouer.
Outra parceria que ajudará o motorista a ser tornar um Piloto da Vez foi a firmada com o site MapLink. Os internautas de São Paulo e Campinas encontraram gratuitamente no site o melhor trajeto a ser feito na hora de deixar os amigos em casa.
Bares e estabelecimentos parceiros
Em São Paulo
Dona Flor: Rua Canário, 480 – Moema – Tel: 3044-2624
Kia Ora: Rua Dr. Eduardo de Souza Aranha, 377 – Vila Olímpia – Tel: 3846-8300
Na Mata: Rua da Mata, 70 – Itaim Bibi – Tel: 3079 0300
São Bento: Rua Mourato Coelho, 1060 – Vila Madalena – Tel: 3044-2624
Em Campinas
Seo Rosa - R. Dr. Emílio Ribas, 567 – Cambuí - Tel: 3255 1180
Espaço Coronel - R. Sampainho, 336 – Cambuí - Tel: 3252 3737
Andarilho - R. Sampainho, 197 – Cambuí - Tel: 32543721
Em Recife
Musique: R. Tenente João Cícero, 202 A – Boa Viagem – Tel: 81-2102 9191
Over Point: R. da Alfândega, 35 - 4º andar – Recife Antigo - Tel: 81- 3305 5777
Jardins: Av. Domingos Ferreira, 2045 – Boa Viagem - Tel: 81- 3326 8080
Em Salvador
Pra Começar: Av. Manoel Dias da Silva (Shopping Nina Boulevard) – Amaralina – Tel: (71) 3345-6450
Babagula: Av. Otávio Mangabeira, 7689 – Armação - Tel: (71) 3461-7777
Baggio: Av. Otávio Mangabeira, 54 – Armação - Tel: (71) 33452766
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